segunda-feira, 25 de maio de 2009
Vídeo: Lei do Concurso Público - Dep. Roberto Felício
sexta-feira, 22 de maio de 2009
PT amplia liderança partidária e Dilma já ultrapassa 20% de intenção de voto
Pesquisa do instituto Vox Populi realizada entre os dias 2 e 7 de maio mostra que a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, já tem entre 19% e 25% de intenção de votos para a Presidência da República, caso seja candidata em 2010.
O levantamento, que ouviu duas mil pessoas em todas as regiões do país, mostra ainda que o PT continua sendo o partido de maior preferência da população. O índice, que era de 25% em maio de 2008, saltou para 29% agora. Em seguida, vêm PMDB, com 8%; e PSDB, com 7%. O DEM, ex-PFL, tem apenas 1%.
Os números mostram que 59% dos entrevistados têm muita ou alguma simpatia pelo PT. Para 70%, o PT ajuda o Brasil a cerscer.
Encomendada pelo PT, a pesquisa mostra também um quadro de ampla aprovação popular ao governo Lula. A avaliação positiva do presidente (considerando os índices de ótimo, bom e regular positivo) chega a 87%. Para 60%, o Brasil melhorou nos últimos dois anos, enquanto 67% se dizem satisfeitos ou muito satisfeitos com o país.
O presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini, comemorou os resultados do levantamento.
“A pesquisa mostra um quadro muito positivo, pois o PT ampliou seu percentual de preferência partidária junto à população, com atributos positivos em vários aspectos. Nosso governo está com mais de 80% de aprovação. Isso mostra o acerto da condução partidária e das medidas de enfrentamento à crise mundial”, afirmou.
Berzoini também destacou a subida de Dilma na sondagem eleitoral. "O desempenho da Ministra Dilma é consistente, levando-se em conta que boa parte da população não a conhece e não sabe ainda que Lula e o PT a apóiam. Vamos apresentar um Programa com mais avanços e novas conquistas para as eleições de 2010, para trabalhar a ampla aprovação da maioria da população ao projeto em andamento no país"Veja abaixo os principais números da pesquisa, que tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais:
BRASIL67% estão satisfeitos ou muito satisfeitos, igual a maio de 2008
27% estão insatisfeitos; 5% muito insatisfeitos
Para 60%, Brasil melhorou nos últimos anos
Para 14%, piorou
Para 56%, vai melhorar nos próximos 2 anos
Para 13%, vai piorar
PARTIDOS
Preferência
PT tem 29% da preferência partidária; alta de 4 pontos em relação a 2008 e de 10 pontos sobre 2004.
PMDB tem 8%; PSDB tem 7%; e DEM tem 1%
Eleitores sem preferência: 49%, queda de 15 pontos em relação a 2004 (64%)
RejeiçãoPT tem 8% de rejeição, estável em relação a 2008
PMDB tem 5%; PSDB tem 5%; e DEM tem 3%
67% não rejeitam nenhum partido, queda de 2 pontos em relação a 2008 (69%)
ImagemPrimeiro partido que vem à cabeça: PT, 35%; PMDB, 24%; PSDB, 14%.
AVALIAÇÃO DO PT59% têm muita ou alguma simpatia pelo PT, aumento de 12 pontos sobre 2008
81% acham o PT forte ou muito forte, aumento de 5 pontos em relação a 2008
65% consideram positiva a atuação do PT na política, aumento de 5 pontos sobre 2008
Para 70%, o PT ajuda o Brasil a crescer, aumento de 5 pontos sobre 2008
Opiniões sobre o PTÉ dinâmico e trabalhador: 75%, contra 69% em 2008
É moderno, com idéias novas: 75%, contra 69% em 2008
Deve ter candidato próprio à Presidência: 68%, contra 67% em 2008
GOVERNO LULA
Desempenho do presidente
Avaliação positiva: 87% (ótimo, bom e regular positivo), contra 84% em 2008
Avaliação negativa: 13% (ruim, péssimo e regular negativo), contra 15% em 2008
Melhores ações do governoProgramas sociais, 36%; política econômica, 19%; Educação, 8%; Habitação, 7%
ELEIÇÕES
Partido do próximo presidente
Para 34%, próximo presidente deve ser do PT
Projeto de paísPara 73%, próximo presidente deve continuar com todas ou com a maioria das atuais políticas, contra 68% em 2008.
Candidato apoiado por Lula23% votam com certeza no candidato apoiado por Lula
41% pode votar, dependendo do candidato
10% não votam
22% não levam isso em consideração
INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE, 1º turno, estimulada
Cenário 1
Ciro Gomes (PSB), Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Heloísa Helena (Psol)
Ciro, 23%; Dilma, 21%; Aécio, 18%; Heloísa, 10%; Branco/Nulo/NS, 18%
Cenário 2
Ciro Gomes (PSB), Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Heloísa Helena (Psol)
Serra, 36%; Dilma, 19%; Ciro, 17%; Heloísa, 8%; Branco/Nulo/NS, 19%
Comparativo: Em relação a maio de 2008, Dilma subiu 10 pontos; Serra caiu 10 pontos; e Ciro caiu 6 pontos.
Cenário 3
Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Heloísa Helena (Psol)
Dilma, 25%; Aécio, 20%; Heloísa, 16%; Brancos/Nulos/NS, 40%
Cenário 4
Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Heloísa Helena (Psol)
Serra, 43%; Dilma, 22%; Heloísa, 11%; Branco/Nulo/NS, 24%
Cenário 5
Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB)
Serra, 48%; Dilma, 25%; Branco/Nulo/NS, 37%
RejeiçãoHeloísa, 17%; Aécio, 13%; Serra, 12%; Dilma, 11%; Ciro, 9%.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Plenária com a Ministra Dilma Rousseff
Informamos que a plenária que estava agendada para este sábado (23/Mai), com a Ministra Dilma Rousseff, foi adiada para uma nova data que futuramente informaremos.
Saudações PeTistas
Luiz Turco
Secretário Estadual de Assuntos Institucionais
Diretório Estadual PT/SP
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Artigo: Lúmpens
Artigo do Militante João Rocha
Lúmpens
Olá companheiras e companheiros.
Comecei a participar do movimento político e sindical em 1960. Com a implantação da ditadura militar, fui para a clandestinidade e fiquei cerca de 15 anos embernado.ou afastado. Depois, com a formação do PT voltei a militar politicamente. Foi nessa época que conheci o termo LÚMPEN. Ai, observando conheci alguns Lúmpens de vários tipos no movimento sindical ou político. Alguns companheiros, peão de fábrica, intelectuais, profissionais liberais, etc.
Convivi, mais de perto, com alguns Lúmpens operários, entendi por que se tomaram Lúmpens. Foi por força das circunstancias. Pois, devido a sua atuação dentro da fábrica acabavam sofrendo repressão sendo demitidos e ai as coisas se complicavam. Sem reservas, com contas para pagar, marcado pelas empresas e, sem uma especialização tinham dificuldades para arrumar outro trabalho. E o pior: abandonado pelo partido ou sindicato.
Muitos quadros operários importantes foram perdidos. Alguns abandonaram a militância ou tiveram que se mudar para onde não eram conhecidos, para arrumarem emprego.e conseguiram se equilibrar. Outros foram empurrados as condições de Lúmpen passaram a viver de bicos, “orbitando” o partido político, prefeituras ou sindicato em busca de uma oportunidade de ganhar a vida fazendo política, numa prática lumperista inconsciente. Há aqueles que foram “encantados pelo canto da sereia” dos patrões ou dos partidos de direita, onde se sentem mais confortáveis.
Hoje, com o , ainda ocorre.esses casos, é preciso estarmos atentos com os oportunistas. É preciso estudar uma forma de amparar esses os companheiros que, ainda, apesar das dificuldades, não mudaram as suas convicções políticas.
E, sermos mais complacentes, pois como disse Karl Marx: “os Lúmpens não sabem o que fazem”
Anexei um artigo inerente ao tema, onde o articulista pega mais pesado.
Um abraço do
João Rocha